quinta-feira, fevereiro 10, 2011

sábado, fevereiro 05, 2011

Fama e Fortuna



No fim do ano passado, uma agência aqui de Salvador me contratou para fazer algumas ilustrações para uma campanha da prefeitura. No fim das contas, o trabalho não deu certo, mas as ilustrações foram aproveitadas nas capas (são cinco) do carnê de IPTU 2011. Além disso, o carnê aprece na televisão também.

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quinta-feira, dezembro 09, 2010

regurzijo nº 0


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quinta-feira, novembro 04, 2010

Rock



Como vou me matar de trabalhar na semana que vem, vou postar alguma coisa logo agora. Caso sobreviva, volto aqui com novidades.

quarta-feira, setembro 08, 2010

Quem vê cara...



A campanha política está de volta! A festa da democracia vai recomeçar e com ela todos os transtornos que este período traz a reboque como propaganda política, horário político, carros de som, “santinhos” (que nome infeliz, hein?), poluição visual e outras mazelas.

Os candidatos também estão de volta para a temporada de caça, onde eles, claro, são os caçadores. O problema é que, passadas as eleições, eles não voarão para o Sul. No máximo, irão para o Centro-Oeste, mas não ficam por lá nem até quinta-feira.

Todo mundo sabe que não se pode ganhar as eleições apenas com a verdade (até nós eleitores sabemos disso), por isso, nos discursos e projetos sempre tem algumas promessas ou obras que nunca verão a luz do dia. Sabemos que a boa vontade é grande na hora de traçar as metas, mas o tempo é curto na hora de cumpri-las. Mas, existe um tipo de inverdade que acabou de atingir o paroxismo do absurdo: as fotos de campanha.

Ver o Serra simpático ou a Marina arrumadinha ainda dá para engolir, mas a Dilma bonitona é demais! Tudo bem que ela deu uma bela repaginada depois que começou a trabalhar na sua campanha e melhorou quinhentos por cento, mas, ainda assim, era aquilo que a gente via. O pessoal do Photoshop que trabalhou na foto da Dilma exagerou e com as rugas, manchas e imperfeições retirou uns trinta anos de idade da candidata.

Um amigo meu, que é meio político e meio gente, (eu tenho amigos em todo lugar e não tenho preconceito) disse até que a Dilma podia ser enquadrada por falsidade ideológica!  Exageros à parte, eu não duvidaria se depois das eleições, no caso de uma derrota, ela recebesse um convite da Playboy para um ensaio fotográfico, ou até mesmo assumisse sua transformação e estrelasse uma campanha brasileira da Adobe (fabricante do milagroso programa). Aliás, podia ser até uma coisa mais ou menos assim: “O Photoshop é como o futebol, os outros inventam, mas nós brasileiros fazemos a mágica acontecer”.

O pior de tudo é que esta estratégia absurda e esse artifício diabólico podem até dar certo. Como a gente só liga a televisão para assistir à novela, é capaz de a maioria dos eleitores jamais terem visto a “verdadeira” Dilma.


quarta-feira, agosto 25, 2010

Novo Topo, Velho Eu

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Pensei em escolher um personagem para resumir minha adorável personalidade. Eu não queria ser assim, mas talvez admitir seja o primeiro passo para mudar. 

Eu gostaria que o Pato Donald usasse a parte de baixo da roupa, mas nem tudo na vida é como a gente quer...

Agosto

domingo, agosto 15, 2010

quinta-feira, julho 22, 2010

Para Gostar de Ler (Inacabado)

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Como eu não sei se terminarei um dia, vai aí a versão sem cor.

segunda-feira, julho 05, 2010

Copa 2010


Brasilino acordou cedo, pois tinha um compromisso com seus velhos amigos. O mesmo compromisso de muitos anos, uma caçada em grupo.


Todos sairiam do mesmo lugar, a fazenda de um dos amigos de Brasilino, mas antes teriam de escolher seus cachorros.


Brasilino já participava dessa caçada anual há muito tempo e sempre usava o mesmo cachorro. Quando chegou no canil, Brasilino encontrou seu cachorro de sempre, mas ele estava muito velho.


O velho cachorro de Brasilino estava cego de um olho, quase não tinha dentes na boca e arrastava de uma perna, o que fazia com que ele se movesse ainda mais lentamente do que impunha o peso de sua idade.


Existiam muitos cachorros disponíveis para a caçada. Cada caçador escolheu o seu cachorro e todos levaram o que achavam o mais esperto, o mais forte.


Brasilino, pensando em todas as boas caçadas que vivera com seu velho companheiro, escolheu o velho cachorro para acompanhá-lo. Escolheu baseado na amizade, no companheirismo e na confiança que sempre tivera no amigo.


Ao final da caçada, todos voltaram com algum troféu, menos Brasilino que voltou de mãos vazias.


Os amigos de Brasilino riam e se divertiam. Um deles falou: “Brasilino, você foi o único que não trouxe nada”. Brasilino respondeu: “meu cachorro era muito velho e lento, além disso, não tinha mais dentes, mesmo a caça morta, ele não conseguia segurar”.


“Mas Brasilino” – retrucou um amigo – “havia muitos cachorros no canil, porque você foi escolher logo este?”.


Brasilino respondeu que estava muito honrado de trabalhar com aquele cachorro, que agradecia a confiança de todos e que tinha a sensação do dever cumprido.


Um outro amigo falou ainda: “então tá, Brasilino, agora não reclama de não ter trazido nem um Ganso para contar a história”.


Brasilino respondeu em voz baixa: “mas tu é um puta cagão”.


Moral da História: Se quiser uma fábula bem escrita, vá ler Esopo!